Taxas de juros futuros sobem com dólar e indefinições na transição de governo

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Os juros futuros de curto prazo oscilam perto da estabilidade, com viés de alta, enquanto as taxas longas sobem em sintonia com o sinal do dólar. Persiste nesta sexta-feira, 9, no ambiente de negócios, um pano de fundo de cautela em meio ao desconforto do investidor com o andar do processo de transição do governo de Jair Bolsonaro (PSL). Os ajustes ainda são moderados em meio a uma agenda diária esvaziada e a proximidade de feriado nos EUA, na segunda-feira, dia 12.

Os investidores estão atentos às articulações do presidente eleito para tentar aprovar a reforma da Previdência este ano e esperam ainda uma definição do nome que estará no comando do Banco Central no ano que vem.

Às 9h44 desta sexta, o DI para janeiro de 2021 subia a 8,24%, de 8,22% no ajuste de Quinta-feira (8). E o DI para janeiro de 2025 avançava a 10,15%, de 10,02% no ajuste anterior. No câmbio, o dólar à vista subia 0,29% neste mesmo horário, a R$ 3,7578.

Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas informou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) recuou 0,11% na primeira prévia de novembro, após ter avançado 1,06% na primeira prévia de outubro. Com o resultado, o índice acumula alta de 9,13% no ano e avanço de 10,10% em 12 meses.

Já o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV na primeira quadrissemana de novembro na comparação com a última quadrissemana de outubro. Na primeira leitura deste mês, o IPC-S atingiu 0,43%, depois de 0,48% na quarta quadrissemana do décimo mês.

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